O "(e professora, ora)", é porque defendo o feminismo, e tá na hora de acabar com a predominância textual voltada para o masculino e encobrindo o feminino como se fosse algo de menos importância.
Olá, depois de uns dias sem postar por aqui eu resolvi trazer um post falando sobre os nossos grandes sábios, aqueles que de alguma forma nos incentivaram a nos tornarmos (coisas boas, claro, rs) o que somos hoje. Sim, estou falando deles: o professor ou professora. Não sei se alguém sabe, mas eu estou na metade do curso de Pedagogia na ufpa, a instituição traz um pouco de cada caminho que o curso pode me oferecer, entre elas a mais forte é a docência, mas também privilegia a pesquisa, formação continuada, etc.. Enfim, eu ainda não sei ao certo o que vou seguir, mas já tenho em mente o caminho, vamos torcer para que dê certo. Claro, a docência vai fazer parte do meu histórico profissional porque meu curso é licenciatura, então vou ter que ter essa experiência porque sim, porque eu quero.
E vendo as experiências de outros professores desde o meu ensino fundamental, eu me pego analisando o jeito de cada um, ao menos dos que eu consigo lembrar. Lembro da minha professora da 1° série (agora 2° ano), que sempre foi delicada comigo e me incentivou quando comecei a ler sem estribas. Lembro de uma professora muito má da terceira série (4° ano), eu tinha pavor dela, por isso só tirava nota alta. E claro, lembro da professora da quarta série (5° ano), que me fez ver que eu tinha potencial, e que não era porque eu estudava numa escola pública que eu precisava empurrar carrinho de mão ou puxar carroça (não desprezo quem faz isso, mas essas eram palavras dela).
